Glossário

  • Cabeça do Nervo Óptico
    Também chamado disco óptico. Área circular onde as fibras nervosas da retina convergem para constituir o nervo óptico.
  • Calázio
    Pequeno nódulo na pálpebra secundário à obstrução de uma glândula. Normalmente não causam dores a não ser que estejam inflamadas.
  • Campimetria Computadorizada
    É o exame do campo visual em aparelho gerenciado por computador. Permite um exame mais sensível do campo visual quando comparado à campimetria manual.
  • Campimetria Manual
    É o exame com técnica cinética realizado com o campímetro manual. Necessita um(a) técnico(a) experiente e é especialmente útil para exame do campo visual periférico (que não é testado pelo campímetro computadorizado), em crianças e em pacientes com grande baixa visual.
  • Campo Visual
    É a área de visão em que os objetos são percebidos ao mesmo tempo, mantendo o olhar fixo numa mesma direção.
  • Canal Lacrimal
    Canal responsável pela drenagem da lágrima para o nariz.
  • Canaliculite
    Inflamação do canal lacrimal, causada por bactérias e fungos.
  • Catarata
    Perda da transparência do cristalino que é a lente natural do olho. Normalmente associada ao envelhecimento e com outros fatores como exposição aos raios ultravioleta, tabagismo, uso de medicações a base de corticóides e diabetes. Os sintomas são de visão borrada, cores menos brilhantes e progressiva perda da visão. O tratamento é sempre cirúrgico e consiste na retirada do cristalino opaco e sua substituição por uma lente intra-ocular.
  • Câmara Anterior
    Parte anterior do olho compreendida entre a córnea (anteriormente) e a íris e cristalino (posteriormente). É preenchida por um liquido denominado de humor aquoso.
  • Câmara Posterior
    Parte do olho atrás da íris, onde se aloja o cristalino e é também preenchida pelo humor aquoso.
  • Cegueira Cromática
    Inabilidade total ou parcial para distinguir determinadas cores. É mais frequentemente de caráter congênito, mais comum em homens do que em mulheres. Doenças do nervo óptico também podem causar distúrbios na visão de cores.
  • Cegueira Noturna
    Baixa visual em ambientes com baixa luminosidade. Tipicamente ocorre em doenças hereditárias da retina com comprometimento dos bastonetes, como a retinose pigmentar. Também é um sintoma comum nas fases avançadas do glaucoma.
  • Celulite
    Inflamação dos tecidos ao redor do olho.
  • Ceratectomia
    Remoção cirúrgica de parte da córnea.
  • Ceratite
    Inflamação da córnea causada por processos inflamatórios com ou sem infecção.
  • Ceratocone
    Degeneração e afilamento da córnea resultando num formado de cone. Isto causa astigmatismo irregular. Causa desconhecida, muito provavelmente genética.
  • Ceratometria
    Avaliação da curvatura da córnea. Fundamental para adaptação de lentes de contato e no cálculo das lentes intra-oculares utilizadas na cirurgia de catarata.
  • Ceratoplastia
    Transplante no qual área circular da superfície corneana é removida de um doador saudável e transferida para um olho receptor. Pode ser indicada em casos de trauma, ceratocone e inúmeras doenças corneanas que comprometam a transparência da córnea.
  • Ceratotomia
    Realização de pequenos cortes cirúrgicos na córnea.
  • Cirurgia Refrativa
    Cirurgia que corrige a acuidade visual, com o objetivo de reduzir ou eliminar a necessidade de óculos ou lentes de contato. Inclui ceratotomia radial, PRK, LASIK e implantes corneanos.
  • CK (Conductive Keratoplasty)
    Procedimento em que é utilizado calor proveniente de ondas de rádio mudando a conformação das estruturas da córnea. Utilizada para correção da hipermetropia e presbiopia.
  • Cones
    Receptores fotossensíveis situados na retina responsáveis pela percepção de cores e visão central (de detalhes).
  • Conjuntiva
    Membrana que recobre a parte anterior da esclera (branco do olho) e a superfície interna das pálpebras.
  • Conjuntivite
    Inflamação da conjuntiva. São inúmeras as causas: infecção (bactérias, vírus, fungos), alergia, irritação (baixa umidade do ar, poluição, vento, produtos químicos, raios ultra-violetas). O quadro clínico varia de acordo com o agente causal e pode incluir: lacrimejamento, ardência, prurido, secreção, vermelhidão, hemorragias, sensação de corpo estranho.
  • Convergência
    Capacidade dos olhos de virarem para dentro. Pessoas com insuficiência de convergência apresentam problemas relacionados às atividades de perto, como leitura. Queixam de visão embaçada e cansaço visual.
  • Coróide
    Camada localizada entre a esclera (parte branca do olho) e a retina. Essa camada é a principal fonte nutridora das estruturas intra-oculares.
  • Corpo Ciliar
    Estrutura do olho, componente da úvea, que é responsável pela produção do humor aquoso e, juntamente com o cristalino, pelo processo de acomodação (foco automático).
  • Corpo Estranho
    Algo que se apresenta sobre a superficie ocular causando sensação de areia, irritação, olho vermelho e lacrimejamento.
  • Corpo Vítreo
    Parte do olho entre o cristalino e a retina, transparente e com consistência semelhante a uma gelatina.
  • Córnea
    Parte transparente anterior do olho que recobre a íris e pupila. Além de proteger as estruturas intra-oculares, funciona como uma lente que, juntamente com o cristalino, focalizam a imagem na retina.
  • Cristalino
    É uma lente natural do olho localizada logo atrás da pupila e íris e que, juntamente com a córnea, focaliza a imagem na retina. Tem capacidade de modificar o seu poder de focalização (acomodação) Com a idade (por volta dos 40 anos), tende a perder o seu poder de foco automático (presbiopia). A catarata é a perda de transparência do cristalino.
  • Curva Diária de Pressão Intra-Ocular (CDPo)
    Consiste na medição da pressão intra-ocular em diferentes horários ao longo do dia.

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